Blog do Orlando

Orlando Teixeira de Andrade

20/10/08

Brasil tem um milhão de crianças viciadas

Parece mentira, mas é verdade! A notícia está no site do Cristovam Buarque, abaixo está um trecho da reportagem e o link para quem quiser ler o estudo completo, tem uns depoimentos de mães de causar tristeza:

 

Pesquisa encomendada pela Associação Brasileira de Psiquiatria revela uma triste realidade. Chega a um milhão o número de crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos que apresentam sintomas de dependência química. Eles consomem álcool, merla, crack, maconha, solventes e outros entorpecentes; fogem de casa; servem a traficantes; roubam; abandonam a escola e transformam a vida dos pais e a deles num tormento cotidiano. As famílias buscam ajuda, mas 60% delas não conseguem tratamento para os filhos e se deparam com a falta de políticas públicas.

Agonia e desespero

Associação Brasileira de Psiquiatria revela que há cerca de 1 milhão de crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos precisando de tratamento médico devido à dependência de álcool e drogas

Paloma Oliveto
Da equipe do Correio Braziliense
Fotos: Cadu Gomes/CB/D.A Press

“Quando fumo maconha, fico mais tranqüilo, leve, lerdo. O olho fica baixo, é cabuloso. Já com o thinner, eu fico mais agitado. Mas é rápido. Tô cheirando aqui, e quando morre a bucha, morre o efeito. Quando tô cheio de thinner, não lembro de nada que acontece. Já me interessei pelo bagulho e pedi para dar uns tecos. Gostei. O pó deixa a língua dormente, você fica ligado. De vez em quando eu cheiro. De vez em quando eu fumo crack. Eu gosto só da branquinha mesmo, a amarela deixa o cara doido.”

Quem diz isso é um adolescente de 16 anos, dependente químico desde os 12. Talvez por causa do consumo abusivo de drogas, ele seja tão franzino. Tem a pele amarelada e os dedos queimados pelo manuseio das pedras de crack. Para manter o vício, rouba dentro de casa e assalta na rua. “Na cara dura, usando faca”, relata. Ameaçado de morte por rivais, ele garante que quer parar. “Quero me tratar, sair dessa vida. Mas não é fácil não. Sem a droga, fico agoniado. Mexe com o psicológico do cara, a gente só pensa besteira.” Ele não sabe quando isso vai acontecer. Desde que percebeu que o filho era usuário, a mãe do rapaz busca ajuda na rede pública. E ainda aguarda uma resposta.

Continua no link…

http://www.cristovam.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2126&Itemid=2

 

criado por orlando.t.andrade    14:58 — Arquivado em: Crianças

17/10/08

Elogios em excesso

Muitas famílias têm transformado a educação dos filhos em um grande processo de barganha. Vale quase tudo para conseguir que as crianças e os adolescentes obedeçam, esforcem-se, dediquem-se, cumpram com suas obrigações e não façam o que não deve ser feito: oferecer presentes -que, conforme a idade do filho, chegam a ser bem custosos-, dar dinheiro, prometer passeios, elaborar quadros de incentivos inspirados no programa de TV "Supernanny" e, principalmente, elogiar.

O elogio, em especial, virou moeda de troca fácil nesse processo equivocado. O filho fez um desenho? Dá-lhe elogio.Fez a lição, arrumou a cama, estudou, tirou nota boa, tomou banho no horário determinado ou dormiu em sua própria cama? Dá-lhe elogio. Agora, quase tudo o que as crianças fazem virou motivo para elogio.

Os pais acreditam que elogiar o filho ajuda a criança a se ter em boa conta e a enfrentar as novas aprendizagens que surgem a cada dia e, portanto, que se trata de um agente do bom desenvolvimento e crescimento. Na verdade, elogiar em demasia -e é isso o que tem acontecido- atrapalha tal movimento. Por quê?

Em primeiro lugar, porque o elogio está sempre ligado a algum resultado: um comportamento, uma aprendizagem ou a finalização de alguma atividade. O elogio é a apreciação favorável de um produto considerado bom. Só que, para alcançar tal resultado, a criança precisou realizar um processo que exigiu mais ou menos esforço ou persistência, e, para o crescimento, isso é o que importa.

Do jeito que as coisas andam, crianças têm recebido elogios por coisas que não exigiram esforço nenhum. Além disso, é preciso lembrar que nem todo bom processo se converte em bons resultados, não é? Do modo como o elogio tem sido usado, todo o procedimento é ignorado em nome do resultado. A criança aprende que o importante é acertar, e não aprender, e isso não pode ser uma boa coisa. Afinal, para aprender, é preciso reconhecer a ignorância e correr o risco de errar, e quem visa ao elogio não quer correr tal risco.

Em segundo lugar, o elogio freqüente torna a criança quase dependente da aprovação dos pais -do outro, portanto-, e isso impede que se veja, que se auto-avalie e que reconheça o valor do que faz. O elogio em excesso infantiliza. Por sinal, podemos constatar o quão infantilizado está o mundo adulto justamente pela busca do elogio. Muitos adultos, mesmo na vida profissional, têm feito de tudo para ganhar elogios e reclamam quando não os obtêm. Há algo mais infantil? Afinal, do outro precisamos buscar reconhecimento da nossa existência, e não aprovação, e essas duas coisas são bem diferentes entre si.

Finalmente, o elogio não é da ordem do afeto, o eixo fundamental da educação familiar. É para garantir o amor dos pais que a criança se deixa educar. Por isso, muito mais efetivo para a criança é receber um beijo.

Ganhar um afago e perceber com clareza o quanto os pais estão orgulhosos -ou não- são manifestações de afeto que, além de solidificarem as relações amorosas, também funcionam como excelentes recursos educativos. Deixar os elogios para situações especiais só valoriza o seu uso.

Rosely Sayão

criado por orlando.t.andrade    17:07 — Arquivado em: Artigos, Crianças

22/2/08

Crise familiar aumenta violência escolar

Especialistas em educação concluem que o aumento da violência escolar se deve em parte a uma crise de autoridade familiar, onde os pais renunciam a impor disciplina aos filhos, remetendo-a para os professores.

Vários especialistas internacionais estão reunidos na cidade espanhola de Valência a analisar até hoje o assunto «Família e Escola: um espaço de convivência».

Os participantes no encontro, dedicado a analisar a importância da família como agente educativo, consideram que é necessário evitar que todo o peso da autoridade sobre os menores recaia nas escolas, o que obriga a "um esforço conjunto da sociedade".

"As crianças não encontram em casa a figura de autoridade", um elemento fundamental para o seu crescimento, disse na conferência inaugural do congresso o filósofo Fernando Savater. "As famílias não são o que eram antes, um núcleo muito amplo e hoje o único que muitas crianças contatam é a televisão, que está sempre em casa", sublinhou.

Para Savater os pais continuam a "não querer assumir qualquer autoridade", preferindo que o pouco tempo que passam com os filhos "seja alegre" e sem conflitos e empurrando o papel de disciplinar quase exclusivamente para os professores.

No entanto e quando os professores tentam ter esse papel disciplinador, "são os próprios pais e mães que não exerceram essa autoridade sobre os filhos que intentam exercê-la sobre os professores, confrontando-os".

Fonte: jornal Primeiro de Janeiro, Portugal, 10/11/2006

criado por orlando.t.andrade    16:44 — Arquivado em: Crianças

Crianças Desaparecidas

Embora não se possua dados consolidados que traduzam a exata dimensão do fenômeno, estima-se que aproximadamente 40.000 ocorrências de desaparecimento de crianças e adolescentes sejam registradas anualmente nas delegacias de polícia de todo o País.
Ainda que a grande maioria desses casos seja solucionada rapidamente, existe um percentual significativo, entre 10 e 15%, em que crianças e adolescentes permanecem desaparecidos por longos períodos de tempo e, às vezes, jamais são reencontrados.
Contando com o suporte tecnológico do Ministério da Justiça, a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, por meio da Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente – SPDCA, está implantando a Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos, visando constituir um cadastro nacional de casos, criar e articular serviços especializados de atendimento ao público e coordenar um esforço coletivo e de âmbito nacional para busca e localização dos desaparecidos.
Visite este site:

http://www.desaparecidos.mj.gov.br/Desaparecidos/

criado por orlando.t.andrade    16:33 — Arquivado em: Crianças

Direitos da Criança

-Toda criança tem direito à atenção e ao amor.
-Todas as crianças são iguais.
-Toda criança tem direito a uma boa alimentação.
-Toda criança tem direito a uma boa saúde.
-Toda criança criança tem direito ao lazer.
-Toda criança tem direito de ir à escola.
-Nenhuma criança deve ser vítima da guerra.
-Nenhuma criança deve ser vítima de abusos sexuais.
-Toda criança pode se expressar livremente.
-Toda criança pode praticar sua religião.
-Nenhuma criança deve ser maltratada.
-Nenhuma criança deve ser explorada pelo trabalho.
-Toda criança pode se unir a outras crianças.
-Toda criança pode receber informações para seu bem.
-Deve ser dada prioridade às crianças refugiadas.
-Deve ser dada prioridade às crianças portadoras de deficiências.
-Deve ser dada prioridade às crianças em conflitos legais.
-Deve ser dada prioridade às crianças sem família.

criado por orlando.t.andrade    16:26 — Arquivado em: Crianças

15/10/07

Dia do Professor

“A saúde, educação e arte são as únicas saídas da nossa sociedade”, afirmou Lilia de Oliveira Rosa, mestre em música pela Unicamp, durante o Seminário de Educação que participei na manhã dessa segunda-feira, no plenário da Câmara.

Após o término do Seminário pude conversar com a Lilia e conhecer mais uma daquelas pessoas que vieram ao mundo para fazer diferença. Ela nos deu uma palestra sobre "A música e a Educação", onde pôde falar de seu testemunho de vida e sobre as dificuldades que um Educador encontra para fazer um trabalho decente em nossa comunidade.

Fiquei impactado com seu testemunho e aproveito para agradecer pelo livro, com dedicatória e pelo CD "Terra Brasil-Sérgio Penna e Coro de Meninos São Francisco de Assis" da Cidade de Amparo, que ela fez em parceria com esse cantor e me deu de presente. Em sua homenagem vou colocar em meu blog um post sobre Musicalização, que é um trecho de seu livro.

Dou meus parabéns a todos os Professores e Educadores e peço a Deus que nos abençoe, nos dê auxílio e proteção!

criado por orlando.t.andrade    16:05 — Arquivado em: Crianças, Social

6/9/07

ATENÇÃO

criado por orlando.t.andrade    10:10 — Arquivado em: 8 jeitos de melhorar o mundo, Artigos, Crianças, Família, Social

24/8/07

Oportunidades

“Portai-vos com sabedoria para com os que são de fora; aproveitai as oportunidades”

(Cl 4:5).

Oportunidade significa circunstância adequada e/ou favorável.

Há no Brasil as mais variadas possibilidades para o alcance das crianças, trata-se, na verdade de “uma porta grande e oportuna para o trabalho” totalmente aberta, escancarada.

As ideologias não cristãs fazem de tudo para ganhar as crianças. Por que não investir mais na evangelização e discipulado das crianças?

É chegada a hora das igrejas, das missões evangélicas e dos crentes em geral, investirem seus esforços para alcançar a nova geração para o Senhor Jesus!

Ministérios:

· No Lar – Culto Doméstico, Classe de Cinco Dias, Classe de Boas Novas, Festa de Aniversário Evangelística, Projeções de Vídeos, etc.

· Na Igreja – Escola Dominical, Culto Infantil, Sociedade Infantil, Campanha Evangelística, Conferência Missionária, Escola Bíblica de Férias, Acampadentro, Grupo Teatral, Coral Infantil, etc.

· Nas Instituições – Escola, Creche, Hospital, etc.

· Nos Acampamentos – Piquenique, Retiro, Semana de Férias, etc.

· Diversos – Evangelismo Pessoal, Evangelismo de casa em casa, Curso por Correspondência, Evangelismo por Telefone, pelo Rádio e pela Televisão, etc.

· Projetos – Evangelismo nas Praias, nos Rios, no Sertão, nas Favelas, nos Condomínios Fechados; Evangelismo de Crianças Carentes, de Crianças Deficientes, etc.

Se ficarmos parados, uma geração se perderá. Vamos fazer o melhor por nossas cidades e pelo nosso país, e nada melhor a fazer do que ganhar as crianças para Jesus, pois aí teremos, não só crentes salvos pela graça, para toda a eternidade, como também cidadãos dignos e úteis.

O futuro de nossas cidades está nas mãos das crianças!
O futuro de nossas crianças está em nossas próprias mãos!
criado por orlando.t.andrade    14:17 — Arquivado em: Crianças

12/6/07

Dia mundial de combate ao trabalho infantil

Dados
Em 2005, após 14 anos de contínua queda, os índices de trabalho infantil cresceram, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), do IBGE. O Distrito Federal tem participação nesse índice. Segundo dados da PNAD, entre 2004 e 2005, o DF teve aumento de 4.700 crianças entre 5 e 15 anos no trabalho infantil. No DF, 1,6% da população nessa faixa etária está no trabalho precoce, sobretudo no setor informal urbano e no trabalho infantil doméstico. Em números absolutos, são 7.572 crianças exploradas no trabalho, segundo dados da PNAD 2005. Segundo essa mesma pesquisa, o Brasil tem 2,5 milhões de crianças e adolescentes entre 5 e 15 anos trabalhando, praticamente 7% da sua população nessa faixa etária.

Trabalho infantil, de acordo com as convenções da Organização Internacional do Trabalho é todo aquele trabalho que prejudica o bem-estar das crianças e que compromete a sua educação, desenvolvimento e vida futura. Quando as crianças são forçadas a trabalhar durante longas horas, a sua disponibilidade para ir à escola ou centros de formação é muito limitada, impedindo-as de, através da educação, serem resgatadas da pobreza no futuro.
O Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil - 12 de Junho - representa um marco significativo no esforço global pela eliminação desse tipo de violação de direito.

Tire suas dúvidas:

Jovens com 14 anos podem trabalhar no Brasil?

Não. Até o ano de 1998, a idade mínima para o ingresso no mercado de trabalho era de 14 anos, mas ela foi alterada para 16 anos. Crianças com 14 anos podem, apenas, ingressar em programas de aprendizes. As menores de 14 anos, nem isso.

A partir dos 16 anos o trabalho está legalizado?

Nem todo o tipo de trabalho. A Constituição brasileira determina que menores de 18 anos não podem trabalhar em horário noturno (das 22h00 às 05h00) e em uma série de trabalhos considerados perigosos, ou em ambientes insalubres, como o corte de cana, por exemplo, ou o lixão.

Se um menor de 16 anos "ajudar" na arrumação da casa, isso pode ser considerado trabalho infantil?

Se a "arrumação" for feita pelas crianças da própria casa, como parte de tarefas educativas, ajudando a mãe na hora de arrumar o quarto, tirar a mesa ou fazer a cama, não. Mas, se a criança estiver execercendo a atividade para terceiros em troca de um pagamento, mesmo que seja um prato de comida, ou uma doação de roupas, sim. Especialmente se esse trabalho for sistemático e prejudicar a freqüência escolar.

Se a criança estiver na escola, ela pode trabalhar meio expediente?

Não. A lei brasileira é bastante clara. Até os 16 anos de idade, nenhuma criança pode trabalhar.

O envolvimento de crianças no tráfico de drogas é considerado trabalho infantil?

Sim, o envolvimento de crianças no tráfico está incluído entre as formas de trabalho infantil definidas pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) como intoleráveis, dentro das atividades ilícitas. A exploração sexual infantil, a escravidão e a participação de crianças em conflitos armados também são consideradas intoleráveis.

Quando compro um produto, é possível certificar-me de que não foi usada mão-de-obra infantil em sua produção?

É impossível ter a certeza absoluta, mas a Fundação Abrinq desenvolveu o selo Empresa Amiga da Criança para as empresas que garantem que não houve participação de mão-de-obra infantil na elaboração de seus produtos.

Mas não é feita uma inspeção constante e nem sempre as empresas têm acesso a todas as etapas de produção. Na maioria das vezes é nessas etapas que está concentrada a mão-de-obra infantil, como por exemplo, na colagem de solas de sapatos, que é terceirizada para famílias, ou no plantio de tabaco.

Existe algum trabalho que não seja prejudicial à criança?

Segundo a OIT, o Unicef e demais organismos internacionais, não. As crianças de até 14 anos de idade devem se dedicar exclusivamente à escola. A Constituição brasileira também garante às crianças o direito à educação, a brincadeiras e à proteção, além do convívio familiar e comunitário. O Estado, a família e a sociedade civil são responsáveis por garantir esses direitos.

A maioria dos educadores e de organizações que lidam com o tema aponta que o trabalho infantil prejudica o aproveitamento escolar da criança, além de sua capacidade de criar. As crianças tornam-se jovens adultos muito precocemente, sem desenvolver um lado essencial para a vida futura.

Existe algum programa do governo para retirar crianças do mercado de trabalho?

Sim. Implantado em 1996, o Peti (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil), foi criado para que as crianças envolvidas nas piores formas de trabalho infantil pudessem deixar o mercado e passassem a freqüentar a chamada "jornada escolar ampliada". O programa contempla crianças de 7 a 14 anos, cuja renda per-capita da família não ultrapasse meio salário mínimo. Essas crianças são obrigadas a freqüentar as aulas e passam o resto do dia num centro do Peti, onde monitores desenvolvem atividades culturais, esportivas e de lazer.

A administração do Peti é descentralizada e os interessados podem obter mais informações sobre o programa junto à Prefeitura e à Secretaria da Educação de seu município. Além do Peti, várias organizações não-governamentais têm programas para crianças envolvidas no trabalho precoce.

criado por orlando.t.andrade    9:50 — Arquivado em: Crianças

27/5/07

Como evangelizar uma criança?

Seja qual for o material utilizado, é importante deixar claro:

-O pecado separa você de Deus (Rm 3:23). Você sabe o que é pecado?

-Mas Deus teve um plano porque ama você (Jo 3:160

-Jesus morreu por você (Rm 5:8). Pagou o castigo para que você não fique mais separado de Deus.

-Jesus ressuscitou! (Lc 24:6a). Ele está vivo e um dia vai voltar (At 1:11) por isso é o único Deus em quem podemos acreditar de verdade!

-Você aceita Jesus? (1 Jo 1:9; Jo 1:12). Quer orar e pedir-lhe para estar em você para sempre?

-Você está salvo (Jo 1:12; 1 Jo 2:12; 5:12; 5:24). A Bíblia diz que Jesus estará com você para sempre (Mt 28:20)

Quando você fizer algo errado, deve se arrepender e imediatamente pedir perdão a Deus (1 Jo 3:4-9)

Quem tem Jesus não vive na prática do pecado.

criado por orlando.t.andrade    19:32 — Arquivado em: Crianças
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