Blog do Orlando

Orlando Teixeira de Andrade

22/6/07

Vítor Gabriel

Este é o Vitor Gabriel, meu caçula, no colo de minha esposa Lucely!
Ele veio de surpresa, mas foi uma surpresa muito boa e veio para fechar a fábrica. O Vítor nasceu no dia 4 de Julho de 2005, também no Hospital Vera Cruz. Eu curti e continuo curtindo muito esse meninão. Ele é muito simpático, desde quando começou a andar sempre gostou de dançar na Igreja e em todos os lugares por onde escuta uma música, formei o trio parada dura!

criado por orlando.t.andrade    0:39 — Arquivado em: Família

20/6/07

HOMEM E MULHER

Homem e mulher. Toda a humanidade é composta por pessoas que possuem uma identidade masculina ou feminina. Não há indefinições, não há condições de neutralidade. Toda a alma vivente necessariamente descobre-se como homem ou mulher. Obviamente, as diferenciações não se resumem aos aspectos biológicos, mas expandem-se para níveis emocionais, sensoriais e comportamentais. Um homem sabe que é um homem e uma mulher sabe que é uma mulher. Deus é quem origina a vida humana com a identidade sexual já definida.
Como o homem e a mulher se relacionam? Não por simples reações instintivas que aproximam um macho de uma fêmea ou uma fêmea de um macho, como com os animais. A história bíblica lança luz à questão por meio de detalhes reveladores. Quando da criação da mulher, o Senhor Deus fez com que o homem adormecesse profundamente, o suficiente para que perdesse a consciência do mundo exterior e mesmo de seu próprio mundo interior. Nesse período, em uma das laterais de seu corpo, uma incisão foi realizada. O processo cirúrgico é descrito nas Escrituras: Uma costela foi retirada e um enxerto perfeito providenciado. O homem foi então chamado a observar a sua "costela" retrabalhada pelo incrível poder criacional de Deus. Não precisou ser apresentado à mulher. Fica evidente no texto sua alegria. Suas afirmações bem poderiam ser resumidas em um único grito efusivo: "É ela!" O Senhor foi o oficiante direto do primeiro casamento.
A criação da mulher não foi resultado de um "Plano B". Não. Propositalmente, Deus criou o homem da terra e, pouco depois, a mulher do corpo do homem a fim de que se caracterizasse entre eles uma união de interdependência inédita e exclusiva em relação a todos os demais seres viventes. O lado do homem foi tocado para que ele, a partir de então, tivesse a mulher sempre ao seu lado. Graças a Deus pelo seu plano Perfeito: homem e mulher.

criado por orlando.t.andrade    19:01 — Arquivado em: Família

12/6/07

Dia mundial de combate ao trabalho infantil

Dados
Em 2005, após 14 anos de contínua queda, os índices de trabalho infantil cresceram, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), do IBGE. O Distrito Federal tem participação nesse índice. Segundo dados da PNAD, entre 2004 e 2005, o DF teve aumento de 4.700 crianças entre 5 e 15 anos no trabalho infantil. No DF, 1,6% da população nessa faixa etária está no trabalho precoce, sobretudo no setor informal urbano e no trabalho infantil doméstico. Em números absolutos, são 7.572 crianças exploradas no trabalho, segundo dados da PNAD 2005. Segundo essa mesma pesquisa, o Brasil tem 2,5 milhões de crianças e adolescentes entre 5 e 15 anos trabalhando, praticamente 7% da sua população nessa faixa etária.

Trabalho infantil, de acordo com as convenções da Organização Internacional do Trabalho é todo aquele trabalho que prejudica o bem-estar das crianças e que compromete a sua educação, desenvolvimento e vida futura. Quando as crianças são forçadas a trabalhar durante longas horas, a sua disponibilidade para ir à escola ou centros de formação é muito limitada, impedindo-as de, através da educação, serem resgatadas da pobreza no futuro.
O Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil - 12 de Junho - representa um marco significativo no esforço global pela eliminação desse tipo de violação de direito.

Tire suas dúvidas:

Jovens com 14 anos podem trabalhar no Brasil?

Não. Até o ano de 1998, a idade mínima para o ingresso no mercado de trabalho era de 14 anos, mas ela foi alterada para 16 anos. Crianças com 14 anos podem, apenas, ingressar em programas de aprendizes. As menores de 14 anos, nem isso.

A partir dos 16 anos o trabalho está legalizado?

Nem todo o tipo de trabalho. A Constituição brasileira determina que menores de 18 anos não podem trabalhar em horário noturno (das 22h00 às 05h00) e em uma série de trabalhos considerados perigosos, ou em ambientes insalubres, como o corte de cana, por exemplo, ou o lixão.

Se um menor de 16 anos "ajudar" na arrumação da casa, isso pode ser considerado trabalho infantil?

Se a "arrumação" for feita pelas crianças da própria casa, como parte de tarefas educativas, ajudando a mãe na hora de arrumar o quarto, tirar a mesa ou fazer a cama, não. Mas, se a criança estiver execercendo a atividade para terceiros em troca de um pagamento, mesmo que seja um prato de comida, ou uma doação de roupas, sim. Especialmente se esse trabalho for sistemático e prejudicar a freqüência escolar.

Se a criança estiver na escola, ela pode trabalhar meio expediente?

Não. A lei brasileira é bastante clara. Até os 16 anos de idade, nenhuma criança pode trabalhar.

O envolvimento de crianças no tráfico de drogas é considerado trabalho infantil?

Sim, o envolvimento de crianças no tráfico está incluído entre as formas de trabalho infantil definidas pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) como intoleráveis, dentro das atividades ilícitas. A exploração sexual infantil, a escravidão e a participação de crianças em conflitos armados também são consideradas intoleráveis.

Quando compro um produto, é possível certificar-me de que não foi usada mão-de-obra infantil em sua produção?

É impossível ter a certeza absoluta, mas a Fundação Abrinq desenvolveu o selo Empresa Amiga da Criança para as empresas que garantem que não houve participação de mão-de-obra infantil na elaboração de seus produtos.

Mas não é feita uma inspeção constante e nem sempre as empresas têm acesso a todas as etapas de produção. Na maioria das vezes é nessas etapas que está concentrada a mão-de-obra infantil, como por exemplo, na colagem de solas de sapatos, que é terceirizada para famílias, ou no plantio de tabaco.

Existe algum trabalho que não seja prejudicial à criança?

Segundo a OIT, o Unicef e demais organismos internacionais, não. As crianças de até 14 anos de idade devem se dedicar exclusivamente à escola. A Constituição brasileira também garante às crianças o direito à educação, a brincadeiras e à proteção, além do convívio familiar e comunitário. O Estado, a família e a sociedade civil são responsáveis por garantir esses direitos.

A maioria dos educadores e de organizações que lidam com o tema aponta que o trabalho infantil prejudica o aproveitamento escolar da criança, além de sua capacidade de criar. As crianças tornam-se jovens adultos muito precocemente, sem desenvolver um lado essencial para a vida futura.

Existe algum programa do governo para retirar crianças do mercado de trabalho?

Sim. Implantado em 1996, o Peti (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil), foi criado para que as crianças envolvidas nas piores formas de trabalho infantil pudessem deixar o mercado e passassem a freqüentar a chamada "jornada escolar ampliada". O programa contempla crianças de 7 a 14 anos, cuja renda per-capita da família não ultrapasse meio salário mínimo. Essas crianças são obrigadas a freqüentar as aulas e passam o resto do dia num centro do Peti, onde monitores desenvolvem atividades culturais, esportivas e de lazer.

A administração do Peti é descentralizada e os interessados podem obter mais informações sobre o programa junto à Prefeitura e à Secretaria da Educação de seu município. Além do Peti, várias organizações não-governamentais têm programas para crianças envolvidas no trabalho precoce.

criado por orlando.t.andrade    9:50 — Arquivado em: Crianças

7/6/07

Semana do Meio Ambiente

Sendo profissional do Meio Ambiente, eu jamais poderia deixar passar essa semana em branco no meu blog. No dia 5 de Junho foi o dia mundial do Meio Ambiente e para que nunca passe esquecido é também o dia do nascimento do meu primogênito, esta semana ele completou 9 anos.
Em homenagem ao Meio Ambiente, postei meu artigo preferido do Cristovam, "A internacionalização da Amazônia", pois foi o primeiro que li do Senador e me deixou muito impactado a maneira que ele representou o Brasil, defendendo também as crianças do mundo todo em uma universidade dos Estados Unidos. Acredito como ele, que cada criança do mundo deveria ter a possibilidade de ir à escola e que todas deveriam ser tratadas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. E pensar que no Brasil, dias atrás, vi no Jornal Nacional crianças estudando debaixo de lona, no meio do mato numa sala sem paredes, você acha possível?
criado por orlando.t.andrade    9:03 — Arquivado em: Sem categoria

Internacionalização da Amazônia

Durante debate ocorrido no mês de Novembro/2000, em uma Universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do Distrito Federal, Cristovam Buarque (PT), foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Segundo Cristovam, foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para a sua resposta:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade. Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado.

Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.

Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveriam pertencer ao mundo inteiro. Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.

Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver. Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa."

(*) Cristovam Buarque foi governador do Distrito Federal (PT) e reitor da Universidade de Brasília (UnB), nos anos 90. É palestrante e humanista respeitado mundialmente .

criado por orlando.t.andrade    8:35 — Arquivado em: Artigos

2/6/07

1689 visitas em 16 dias de blog!

Agradeço a todos os amigos que visitam meu blog, vocês todos são muito importantes para mim!
Já são 1689 visitas em 16 dias, nesse momento!
Em breve a continuação de minhas histórias!
Que Deus abençoe esse final de semana, que pelo jeito vai ser frio e chuvoso!
criado por orlando.t.andrade    12:44 — Arquivado em: Sem categoria

TEMOS MUITO A FAZER

A natureza clama por ajuda; a sociedade está perplexa com a violência, que parece não esgotar seu apetite maligno; as autoridades parecem torcer para que não aumentem os problemas, os quais elas se propuseram resolver quando pediram votos em eleições, e o comportamento humano tem piorado. De onde virá a ajuda? O que o povo pode fazer para sair da crise? Não é de hoje que os cientistas advertem que, se alguma coisa séria não for feita, o planeta Terra "mandará a conta" para pagarmos. O clima está mudando, as geleiras estão derretendo, e dizem que cidades inteiras, localizadas no litoral de alguns países, desaparecerão. A cada ano, o calor fica mais forte. Tudo isso que temos visto é um grito da natureza para que se tomem providências antes que seja tarde.
A violência restringe a vida social de muitos. Já não se pode voltar tarde para casa, e, em alguns lugares, é preciso pedir permissão "aos donos do pedaço" para transitar. Quando não são os bandidos, são policiais que cobram uma "taxa" mensal pela "segurança".
Durante a campanha eleitoral, quando indagados sobre planos de segurança, muitos candidatos apresentavam um esquema infalível. O povo confiou neles, mas, agora, tais políticos, simplesmente, não aparecem e se recusam a falar sobre o que todos estão experimentando. Quando há uma catástrofe-como a que ocorreu ao pequeno João Hélio-o carioquinha de seis anos que foi arrastado por 7 km-, eles surgem, com nariz comprido e ar triste, e prometem que algo será feito. Puro engano! Outras vítimas passarão pelas mesmas ou piores experiências!
É como se houvesse um número aceitável de crimes a serem cometidos: se matam cem em um final de semana, isso é considerado "normal", mas se o número chega a 110, por exemplo, a sociedade grita que isso já é demais. Em outras palavras, muitos julgam que conseguir manter os níveis atuais de criminalidade já seria o suficiente, em vez de buscar zerá-los. Meu Deus! Um caso de roubo, homícidio ou estupro deveria ser algo inaceitável, quanto mais o que constatamosdiariamente! Com a aproximação da volta de Jesus, o diabo está desesperadamente lutando para que sua obra suja seja realizada com toda intensidade. Não é somente a violência que destroi as pessoas, mas também o crime do colarinho branco, tão nefasto quanto o assalto à mão armada. O desrespeito ao lar de alguém deveria ser tão odiado quanto o latrocínio e qualquer outro crime. O que dizer também de pessoas educadas, que se propõem a ser representantes da sociedade, mas advogam a causa do aborto? Você conhece atitude mais cruel do que esse homicídio, cometido contra inocentes já com vida e em formação na madre?
Nós, a Igreja de Jesus, temos muito a fazer! Não conseguiremos resolver tudo, mas, se pudermos tirar das trevas o maior número possivel de pessoas, será um fator glorioso de louvor que prestamos Àquele que nos deu a vida. Lute e faça a sua parte!

Em Cristo, com amor,
R.R. Soares

criado por orlando.t.andrade    12:28 — Arquivado em: Artigos
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